A seleção de Senegal derrotou Marrocos por 1 a 0 na prorrogação, na noite de 19 de janeiro de 2026, e garantiu o segundo título da Copa Africana de Nações de sua história. O triunfo, diante de 68 mil torcedores no Estádio Príncipe Moulay Abdellah, coroou uma campanha invicta que já se estende por três edições consecutivas do torneio.
Penalidade polêmica aos 98 minutos
O jogo ganhou contornos dramáticos quando o árbitro, após intervenção do VAR, assinalou pênalti para os donos da casa aos 53 minutos do segundo tempo (98 minutos no relógio total). Brahim Díaz tentou executar uma cavadinha, mas o goleiro Édouard Mendy defendeu.
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Confusão e retorno ao gramado
Logo após a marcação da penalidade, atletas senegaleses chegaram a deixar o campo e parte da torcida marroquina tentou invadir o gramado. O capitão Sadio Mané conversou com o técnico Pape Thiaw e conduziu os companheiros de volta, permitindo a sequência da partida.
Gol decisivo de Pape Gueye
A igualdade sem gols persistiu até a prorrogação. Aos 11 minutos do primeiro tempo extra, Mané recuperou a bola no meio-campo e iniciou a jogada que terminou com o chute certeiro de Pape Gueye, definindo o placar.
Marca histórica
Com a vitória em Rabat, Senegal alcançou o bicampeonato — somando títulos em 2022 e 2026 — e disputou três das últimas quatro finais continentais. O quarteto formado por Mendy, Kalidou Koulibaly, Idrissa Gana Gueye e Sadio Mané foi novamente decisivo.
O resultado quebrou a expectativa marroquina de pôr fim a um jejum de 50 anos sem conquistar a competição como anfitriã.


