As tratativas para prorrogar o contrato de Rodriguinho com o São Paulo estão paradas desde setembro, deixando o futuro do meio-campista de 21 anos indefinido no Morumbi. O impasse faz o clube temer a saída do atleta sem compensação financeira a partir de junho, quando ele estará livre para assinar pré-contrato com outra equipe.
Em setembro, a diretoria tricolor encaminhou proposta para estender o vínculo até 2029, mas o estafe de Rodriguinho não aceitou as condições. Desde então, não houve novas reuniões formais entre as partes, e o tema deixou de fazer parte da rotina do departamento de futebol.
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O cenário atraiu interessados. O Botafogo sondou o São Paulo sobre a possibilidade de incluir o meia em uma negociação de troca, embora não tenha apresentado oferta oficial. Fora do país, o Bayer Leverkusen, da Alemanha, monitora a situação e avalia a assinatura de um pré-contrato. Em meio ao auge do jogador em 2025, dirigentes tricolores projetavam uma venda por cerca de 25 milhões de euros (aproximadamente R$ 162,5 milhões, na cotação atual).
Internamente, a comissão técnica vê Rodriguinho apto a assumir a função de articulador do time, principalmente após Oscar, concorrente direto na posição, sofrer uma síncope vasovagal em novembro e manifestar intenção de encerrar a carreira. Ainda assim, a diretoria busca no mercado um meia criativo, preferencialmente por empréstimo com opção de compra ou entre atletas sem contrato, para garantir elenco numeroso em 2026.


