Vice-artilheiro do Bahia na temporada 2026, o volante Erick terá, nesta quarta-feira (31), o primeiro confronto diante do Athletico Paranaense, equipe pela qual atuou entre 2019 e 2024. O duelo, válido pela nona rodada da Série A, começa às 20h, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador.
Trajetória marcante em Curitiba
Natural de Nova Lima (MG), Erick vestiu a camisa rubro-negra em 282 partidas, conquistou seis títulos (quatro Campeonatos Paranaenses, uma Copa do Brasil e uma Copa Sul-Americana) e marcou 23 gols. A versatilidade foi destaque: além de segundo volante, atuou como primeiro homem de meio-campo, lateral-direito e meia aberto.
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O desempenho o colocou como sexto jogador com mais jogos pelo Athletico no século XXI, atrás de Thiago Heleno (376), Nikão (336), Pablo (320), Weverton (303) e Santos (293). Entre os volantes, é o quarto maior artilheiro da história do clube, atrás de Alan Bahia (43), Fernandinho (29) e Christian (27).
No período em Curitiba, Erick aumentou gradualmente sua minutagem até chegar a 64 partidas e 4.919 minutos em 2024, ano em que o Athletico acabou rebaixado para a Série B em pleno centenário.
Chegada ao Bahia e impacto imediato
Impressionado pelos números do jogador, o Bahia desembolsou 4,5 milhões de euros (cerca de R$ 28,7 milhões na época) para contratá-lo, assinando vínculo de cinco temporadas. Em 2025, Erick levantou o Campeonato Baiano e a Copa do Nordeste, registrando sete gols e uma assistência antes de sofrer lesão muscular que o afastou por cinco meses.


Imagem: Internet
Recuperado, o volante iniciou 2026 em alta. Em 17 partidas, soma cinco gols e duas assistências, desempenho que lhe garantiu sequência como titular após a contusão de Everton Ribeiro. Nas últimas quatro rodadas da Série A, começou entre os 11 e não foi substituído nos três compromissos mais recentes.
Expectativa para o reencontro
Com regularidade no Tricolor e lembranças expressivas da passagem em Curitiba, Erick deve ser mantido pelo técnico do Bahia para enfrentar o Athletico nesta quarta-feira. A partida marca o reencontro do atleta com o clube no qual “se fez” profissionalmente e disputou quase 300 jogos ao longo de seis temporadas.

