Com o rebaixamento à Série C já consumado, a Ponte Preta usa as rodadas finais da Série B para decidir quem permanece em 2027. O técnico Gilson Kleina comanda os últimos jogos e participa da avaliação do elenco.
Os critérios em estudo, segundo o Futebol Interior, incluem idade, salário, tempo de contrato, possibilidade de negociação e adaptação à terceira divisão. Jogadores da base, usados em caráter de emergência nesta temporada, podem ser aproveitados.
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O cenário financeiro pesa no planejamento. A dívida do clube é estimada em pelo menos R$ 380 milhões, e a Ponte chegou a acumular três bloqueios de registro ao mesmo tempo: um da CNRD, ligado a um acordo coletivo de cerca de R$ 18 milhões, e dois da Fifa, um pelo mecanismo de solidariedade e outro por dívida relacionada ao zagueiro Luis Haquin.
Sem a retirada oficial das punições, o clube não consegue registrar reforços. A temporada ainda teve salários atrasados por até seis meses, greve do elenco e uma segunda queda no ano, já que a Ponte também caiu no Campeonato Paulista.
A diretoria estuda reduzir a folha sem desmontar o time, negociar as dívidas e avaliar a criação de uma SAF, que não resolve o caixa no curto prazo.
Fontes consultadas: Futebol Interior

