Campinas (SP) – 2 de novembro de 2025. A Ponte Preta avalia o desempenho de suas contratações na temporada em que alcançou campanha regular no Campeonato Paulista e conquistou o título da Série C do Campeonato Brasileiro.
Reforços bem-sucedidos
O coordenador de futebol João Brigatti é apontado internamente como responsável por acertos importantes. Entre os nomes destacados estão o goleiro Diogo Silva, o zagueiro Wanderson, o volante Léo Oliveira e os atacantes Bruno Lopes e Jonas Toró, todos considerados fundamentais no desempenho alvinegro em 2023.
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Mudanças táticas
No início do ano, o técnico Alberto Valentim adotou um sistema mais defensivo. Com a chegada do sucessor Marcelo Fernandes, a equipe ganhou liberdade ofensiva, mantendo a base que garantiu o título nacional.
Contratações que não corresponderam
Apesar dos pontos positivos, a diretoria reconhece equívocos. O centroavante Gustavo Vintecinco, de 1,93 m, não marcou gols pelo clube, e o também atacante Danrlei teve participação discreta. Outros nomes que não alcançaram a regularidade esperada foram o atacante Vitor Andrade e o meia Pedro Vilhena, presente apenas no Paulistão.
A lista de contratações frustradas inclui ainda:
- Renato – atacante de alto salário que acionou o clube na Justiça do Trabalho;
- Maguinho – lateral-direito que recebia cerca de R$ 115 mil mensais e acabou transferido para o América-MG;
- Leocovick e Kevyn – laterais-esquerdos com atuações limitadas;
- Vicente Concha e Nilson Júnior – zagueiros que não se firmaram;
- Dudu – volante com histórico de cartões, expulso duas vezes em quatro partidas após retorno ao Vitória.
Desafios para 2026
Para reduzir erros na próxima janela, a diretoria admite que precisa resolver o transfer ban, equilibrar as finanças e quitar débitos com elenco e comissão técnica. A expectativa é de que, com planejamento mais longo, a taxa de acertos seja maior.

