O zagueiro colombiano diz que o apoio de compatriotas e outros estrangeiros no elenco facilitou sua chegada ao clube e ao Brasil. Eles ajudaram nas decisões dentro e fora de campo, afirma o jogador.
O zagueiro colombiano Millán ressaltou o apoio dos jogadores estrangeiros do Fluminense como fator determinante para sua adaptação ao clube e ao país. Segundo o defensor, a presença de compatriotas e demais gringos no elenco facilitou a chegada em um ambiente novo e ajudou nas decisões dentro e fora de campo.
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“A verdade é que o apoio dos meus companheiros foi muito bom. É muito positivo para nós que estamos chegando. Não é fácil, é algo novo para nós, e eles sempre estão à disposição para que a gente tome boas decisões, seja dentro ou fora de casa. Todos ajudaram muito.”
O elenco tricolor contava, na ocasião, com nove estrangeiros no plantel e o número chegava a 13 ao considerar jogadores emprestados. A formação reunia atletas de Argentina, Venezuela, Colômbia e Uruguai, permitindo um convívio com quem já tem experiência no futebol sul-americano e no cotidiano do clube.
Estrangeiros no elenco
- Canobbio
- Cano
- Castillo
- Freytes
- Lucho Acosta
- Savarino
- Serna
- Soteldo
- Millán
Composição por nacionalidade
- 4 argentinos
- 2 venezuelanos
- 2 colombianos
- 1 uruguaio
Com passagens por Nacional-URU e Santa Fe-COL, Millán encontrou no clube jogadores com trajetórias semelhantes pelo futebol sul-americano. Um exemplo citado no material foi Canobbio, que atuou pelo Peñarol, rival histórico do Nacional. Também foi mencionada a presença, durante a temporada, de Facundo Bernal, com passagens pelo Defensor-URU e atuação posterior no Real Bétis, da Espanha.
Em treino realizado na Casa Amarilla, CT do Boca Juniors, antes do confronto contra o Platense pela Libertadores, a intimidade entre os estrangeiros ficou evidente. Antes da atividade principal, nomes como Canobbio, Millán, Savarino, Lucho e Freytes formaram uma roda para o aquecimento, em um momento de descontração que chamou a atenção da comissão técnica e da torcida.
Além de Millán, outros estrangeiros também relataram publicamente a importância da recepção do grupo no clube. Rodrigo Castillo afirmou que recebeu apoio imediato de um veterano do elenco ao chegar ao Fluminense, que o ajudou com moradia e adaptação:
“Ele me recebeu da melhor maneira possível. Somos argentinos e de Lanús, onde ele jogou. Foi o primeiro a me receber (no Fluminense). Me ajudou, passou contatos para (encontrar) a casa onde estou vivendo, me ajudou a me mudar. Me ajudou muito na adaptação. Diz que o que eu precisar, para eu escrever que ele me ajuda. Me passa contato de um lado, de outro. É uma grande pessoa.”
Da mesma forma, Savarino comentou sobre a relação com os companheiros estrangeiros e a transposição dessa convivência para o desempenho em campo:
“Fora do campo temos uma boa relação, não só com ele, mas todos os gringos me receberam da melhor maneira. Agora é levar isso para os jogos. Se não com Lucho, com todos que vão jogar.”
O cenário descrito evidencia que o grupo de estrangeiros atuou como rede de apoio na adaptação dos atletas recém-chegados, com reflexos no ambiente interno e na preparação para compromissos nacionais e internacionais.
