O Novorizontino finalizou a preparação para o importante duelo contra o Operário-PR, que ocorrerá fora de casa, pela Série B do Campeonato Brasileiro. Antes da partida, o lateral-esquerdo Maykon Jesus e o volante Luís Oyama destacaram a relevância dos confrontos e a urgência de somar pontos para se manter entre os primeiros colocados na tabela.
Em entrevista, Maykon Jesus enfatizou o trabalho realizado durante a semana de treinamentos e classificou o embate em Ponta Grossa como um ‘jogo de seis pontos’. Segundo ele, a equipe aproveitou o tempo para ajustar detalhes que estavam faltando.
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Aproveitamos a semana para treinar alguns detalhes que estavam faltando. Sabemos da importância do jogo, que é de seis pontos. O Operário também é um time que está brigando ali em cima na tabela, então, independentemente de o jogo ser dentro ou fora de casa, vamos propor o nosso estilo de jogo, que é treinado todos os dias.
O defensor também alertou sobre a dificuldade da competição, ressaltando que todos os jogos da Série B apresentam desafios significativos. ‘Vemos que é uma competição muito equilibrada e todos os jogos serão decisivos’, afirmou.
Por sua vez, Luís Oyama, que se destacou ao marcar gols nas duas últimas partidas do Novorizontino, projetou o desafio contra o Operário e a sequência de jogos como visitante, que incluirá um confronto com o Fortaleza. Ele reconheceu que o Operário costuma apresentar um bom desempenho em casa e destacou a necessidade de concentração máxima para conquistar pontos.
Com certeza será um jogo bastante difícil. O Operário costuma fazer bons jogos dentro de casa, então é concentrar ao máximo e buscar somar pontos, primeiro nesse jogo e depois estudar o adversário e buscar pontos também contra o Fortaleza.
Além disso, Oyama expressou sua satisfação com a fase que está vivendo, atribuindo parte do sucesso ao trabalho da comissão técnica. ‘Acho que tem uma porcentagem muito grande da comissão técnica, bastante gente envolvida e trabalhando diariamente a nossa finalização para concluir melhor em gol. Então, não é um trabalho só do Oyama, tem muita gente por trás para me ajudar’, concluiu.



