O ala rondoniense Levy Lucas, 28, foi destaque ao levar a seleção brasileira ao título continental de Fut7 e terminar como principal assistente. Agora ele busca vaga na Kings League para ampliar a carreira.
O ala rondoniense Levy Lucas, 28 anos, transformou a habilidade em quadra em resultados de alto nível e ganhou projeção continental ao defender a seleção brasileira de futebol 7 da Confederação de Futebol 7 do Brasil (CF7B). Recentemente, o atleta conquistou a Copa América de Naciones de Fut7, torneio que reuniu 21 federações filiadas, e terminou a disputa como o principal assistente da competição.
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Qualquer jogador, independente da modalidade, receber a notícia de que vai representar a amarelinha é a coisa mais gratificante que tem. Graças a Deus eu consegui me destacar individualmente e coletivamente. A minha equipe, o Real Porto, é muito qualificada e tem jogadores que se ajudam. Foi nisso que eu consegui a minha convocação
— declara Levy Lucas.
Hoje, Levy está na expectativa de disputar a Pan-AM Cup 2026 em Puerto Mountt, no Chile. As disputas ocorrem entre 1 e 4 de dezembro e valem vaga para o Mundial de Minifutebol 2027, competição em que as seleções buscarão classificação para o cenário global da modalidade.
A trajetória do jogador não seguiu pelo futebol de campo profissional: ele teve apenas uma breve passagem por treinos no Genus e construiu sua base no futsal local e no circuito amador de Porto Velho, com passagens por clubes como Alliance, Divisa e Disfruta. Há cerca de dois anos defendendo o Real Porto, Levy acompanhou a evolução do clube, que alcançou o 5º lugar na Taça Brasil em 2024 e a 3ª colocação nacional em 2025.
Na minha estreia na Taça Brasil foi excelente, bom demais. Estava me sentindo bem e leve, principalmente com a chegada do meu técnico, o mister Maurição. A equipe toda estava leve e bem preparada nos treinos. Fazer três gols ali foi só a consequência do trabalho
— pontua o atleta.
O desempenho na Taça Brasil e a sequência na Copa Rey de Las Americas deram a Levy a titularidade e o protagonismo na seleção da CF7B. A conquista internacional teve reflexo imediato em Porto Velho, onde familiares e amigos celebraram o título e o reconhecimento do jogador como garçom da equipe nacional.
Minha mãe ficou no trabalho gritando, o chefe dela perto foi até incluído na comemoração. A família toda reunida gerou uma motivação a mais para ter essa consequência na seleção
— revela Levy.
Com o título continental no currículo, o atleta projeta os próximos passos sem perder os pés no chão: buscar novas convocações e mirar competições de maior visibilidade. A Kings League aparece como objetivo na sequência de sua carreira, alimentado pela ambição e pelo trabalho em equipe.
Alcançar a seleção e ganhar um título já foi incrível, sei que virão mais convocações se Deus quiser. Mas agora a gente almeja sempre pensar alto. O que eu queria agora é a Kings League, é o que a gente almeja. Como diz o meu técnico: é só trabalhar e orar
— conclui o jogador.
Com informações do ge

