A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, optou por não viajar ao Rio de Janeiro para acompanhar o jogo contra o Flamengo, marcado para o próximo domingo (data não informada no texto original) no Estádio do Maracanã. A dirigente comunicou à diretoria alviverde que prefere permanecer em São Paulo por não se sentir segura no local.
A decisão foi tomada após Leila relembrar um episódio ocorrido no ano passado. Na ocasião, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, impediu que ela passasse em frente ao camarote dele. Como resultado, a cartola precisou deixar a área interna do estádio e atravessar um setor com torcedores rubro-negros para chegar ao espaço reservado à delegação palmeirense.
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Segundo a ESPN Brasil, informação confirmada pela coluna que divulgou o caso, a presidente avisou os demais membros da diretoria palmeirense sobre a ausência na partida.
Bastidores tensos com o Flamengo
Além da preocupação com a segurança, Leila enfrenta desgaste nos bastidores com Luiz Eduardo Baptista, o Bap, presidente do Flamengo, após desentendimentos envolvendo a Libra — grupo de clubes que discute a criação de uma liga nacional.
Na quarta-feira (15), Leila e Bap estiveram juntos na sede da Conmebol, no Paraguai, durante reunião dos semifinalistas da Copa Libertadores. Embora tenham dividido o mesmo ambiente, não houve conversa entre eles. No mesmo dia, o UOL publicou entrevista na qual Bap classificou a dirigente palmeirense como “infantil” e afirmou que “a Libra é verde”, referência ao suposto controle do Palmeiras no bloco.
Nesta quinta-feira (16), Alberto Guerra, presidente do Grêmio, concedeu entrevista à mesma coluna para refutar as declarações de Bap, acusando o Flamengo de agir de forma egoísta no debate sobre a nova liga.
Com a ausência de Leila Pereira, a delegação do Palmeiras deverá ser representada no Maracanã por outros dirigentes do clube.


