Erling Haaland conta que cortar lenha e acender fogueiras lhe dá 'pura paz' e ajuda a aliviar a pressão do futebol. Em vídeo no YouTube, o atacante detalha a rotina de relaxamento em sua casa em Cheshire.
Haaland aparece segurando guaxinim de pelúcia no desembarque após eliminação da Noruega.
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Erling Haaland encontrou uma maneira inusitada de relaxar fora dos gramados. O atacante do Manchester City revelou que gosta de cortar lenha e acender fogueiras em sua casa, em Cheshire, na Inglaterra, hábito que, segundo ele, ajuda a aliviar a pressão associada ao futebol.
“Isso me dá paz de espírito. É o que gosto de fazer: cortar madeira, queimar e relaxar, sozinho. É muito bom para mim, limpa minha mente.”
O relato foi feito em seu canal no YouTube, onde o jogador detalhou a rotina que o ajuda a desligar das demandas da profissão. A prática de lidar com fogo e madeira acompanha o norueguês desde a infância e, de acordo com a informação divulgada, foi incentivada pelo pai, Alfie Haaland. Haaland também afirmou que mantém a tradição ligada às cabanas da família na Noruega, ressaltando a relação pessoal com ambientes naturais e rituais simples.
“Olhar para o fogo é pura paz. É uma das minhas coisas favoritas. A natureza é vida.”
Você pode gostarPatrocinado · MGIDA busca por tranquilidade ganhou destaque após as atuações do atacante pela seleção da Noruega na Copa do Mundo: ele marcou sete gols no torneio e chegou às quartas de final. Com esse desempenho no histórico, o jogador voltou ao clube e expressou preocupação com o desgaste mental antes da nova temporada, ressaltando a necessidade de recuperar o equilíbrio psicológico além da forma física.
“Às vezes também precisamos de uma pausa. Nunca estive nessa situação antes. O lado físico vai voltar, mas você também precisa estar afiado mentalmente, e isso não é fácil.”
O conjunto das declarações mostra a ênfase do atleta em rotinas fora do campo que contribuem para o bem-estar mental. A manutenção de hábitos simples — cortar lenha, acender fogueiras, passar tempo em locais de contato com a natureza — surge como estratégia pessoal para lidar com pressões esportivas de alto nível.
Não foram divulgados detalhes sobre a frequência dessas atividades nem cronograma de retomada de treinos ou competições. O foco do relato permanece no caráter terapêutico da prática e na ligação afetiva com tradições familiares, apontadas como relevantes para o equilíbrio do jogador diante das exigências da carreira.



