Diego Forlán, eleito o melhor jogador da Copa do Mundo de 2010, revisitou o auge recente do futebol uruguaio em entrevista à revista FourFourTwo. O ex-camisa 10 descreveu como “uma bênção” ter dividido o ataque da seleção com Luis Suárez e Edinson Cavani.
Funções definidas no trio ofensivo
Ao comentar a dinâmica do setor, Forlán ressaltou o papel tático de cada atacante. Segundo ele, Cavani foi o que mais se sacrificou em campo por atuar aberto pelos lados, enquanto Forlán e Suárez ocupavam a faixa central. A disposição, idealizada pelo técnico Óscar Tabárez, permitiu que a Celeste combinasse poder de fogo com equilíbrio defensivo.
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Efeito imediato no cenário internacional
O ex-jogador lembrou que a ascensão de Suárez e Cavani foi decisiva para recolocar o Uruguai entre as principais seleções do mundo após a ausência no Mundial de 2006. Entre os marcos alcançados, Forlán citou:
- Top 4 em 2010: primeira semifinal de Copa desde 1970;
- Copa América de 2011: título conquistado na Argentina que consolidou o trio;
- Reconhecimento europeu: demonstração de que o país podia produzir três atacantes de nível mundial simultaneamente.
Para Forlán, a combinação de talento e entrega transformou o setor ofensivo em um dos mais emblemáticos das Copas do Mundo e marcou definitivamente a identidade competitiva da seleção uruguaia.


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