A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiu os valores de distribuição de receitas da Série D do Campeonato Brasileiro de 2026. Na reunião do conselho técnico realizada por videoconferência em 5 de março, a entidade confirmou cota inicial de R$ 500 mil para cada um dos 96 participantes, alta de 11,1% em relação à edição anterior.
Montante global sobe 63,7%
Considerando todas as sete fases, o torneio movimentará R$ 65,5 milhões em premiações — crescimento absoluto de 63,7% frente aos R$ 40 milhões repassados em 2025. Somente a fase de grupos, composta por 16 chaves de seis equipes e disputada entre 5 de abril e 14 de julho, concentrará R$ 48 milhões em pagamentos.
Premiação fase a fase
Os valores definidos para 2026 são os seguintes:
- 1ª fase: R$ 500 mil (96 clubes)
- 2ª fase: R$ 100 mil (64 clubes)
- 3ª fase: R$ 150 mil (32 clubes)
- 4ª fase: R$ 180 mil (16 clubes)
- 5ª fase: R$ 180 mil (8 clubes)
- Play-off de acesso: R$ 180 mil (4 clubes)
- 6ª fase: R$ 180 mil (4 clubes)
- 7ª fase (final): R$ 300 mil (2 clubes)
Com o esquema acima, o futuro campeão garantirá R$ 1,59 milhão, valor 15,2% superior ao recebido pelo Barra-SC, último vencedor da competição.
Custos operacionais a cargo da CBF
Além das cotas de premiação, a confederação seguirá arcando com passagens, hospedagem e alimentação das delegações (até 32 pessoas), além de despesas de arbitragem e exames antidoping. O árbitro de vídeo (VAR) será implantado a partir da terceira fase.
Investimento em saúde
Está reservado ainda um repasse extra de R$ 768 mil para aquisição de desfibriladores por todos os clubes que disputarão a Série D.
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