A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou nesta segunda-feira (24) o novo calendário das competições femininas e um reajuste nas cotas de participação e premiações até 2029. O plano foi apresentado pela gerente de competições femininas, Aline Pellegrino, na sede da entidade, no Rio de Janeiro.
Brasileirão Feminino A1
O torneio de elite passará de 16 para 18 clubes e será disputado de 15 de fevereiro a 4 de outubro. O número de partidas sobe de 134 para 167, com duas vagas asseguradas para a Libertadores de 2027.
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Copa do Brasil Feminina
Marcada para ocorrer de 22 de abril a 15 de novembro, a competição reunirá 66 equipes. Quartas, semifinais e final serão em jogos de ida e volta. A entrada dos clubes será escalonada: os times da Série A3 começam na primeira fase, os da A2 entram na segunda e os da A1 participam a partir da terceira.
Supercopa do Brasil
A edição de 2026 será disputada em jogo único entre Corinthians e Palmeiras, em 8 de fevereiro.
Brasileiro Feminino A2
Previsto de 14 de março a 19 de setembro, o torneio terá grupo único e turno único na fase inicial, com 70 para 134 partidas e aumento de 13 para 21 datas. Quatro equipes sobem para o A1.
Brasileiro Feminino A3
Com jogos entre 21 de março e 5 de setembro, o formato passa a ter turno e returno na primeira fase. O campeonato cresce de 78 para 126 partidas e de 11 para 14 datas, também com quatro vagas de acesso para o A2.
Premiações atualizadas
Supercopa do Brasil: campeão recebe R$ 1 milhão; vice, R$ 600 mil.
Brasileirão A1: cada um dos 18 clubes ganha R$ 720 mil na primeira fase. O campeão leva R$ 2 milhões e o vice R$ 1 milhão. O mandante do jogo de primeira escolha da TV recebe mais R$ 20 mil por rodada, da primeira à quarta fase.
Brasileirão A2: cota de R$ 360 mil para cada um dos 16 participantes, 2,4 vezes maior que a atual.
Brasileirão A3: cada um dos 32 clubes passa a receber R$ 120 mil, aumento de 3,3 vezes.
Copa do Brasil: todas as cotas foram dobradas.
Campeonatos Sub-20 e Sub-17: reajuste de 10% nas cotas.
Projeção até 2029
O planejamento da CBF prevê investimento de R$ 685 milhões, acréscimo de 41% no número de datas e aumento de 84% na quantidade de partidas organizadas no futebol feminino nacional.


